Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011

 

“Parecia haver uma calma dentro de si e uma serena emoção que talvez tivessem a ver com o vinho, mas certamente também com a sensação de liberdade que a acometia por não ser mulher de ninguém, nem mãe, nem alguém que era reconhecido em quase todos os lugares aonde ia. Hoje era apenas uma mulher comum sentada a uma mesa à luz das velas num vale francês isolado, que tinha encontrado um lugar e um momento para ser feliz e cujos desejos não iam além do próximo gole de vinho encorpado ou do próximo pedaço de pungente queijo chevroton.”

 

Susan Lewis in Um Amor Inesperado



publicado por Dreamfinder às 09:21
Sábado, 18 de Junho de 2011

 

“Uma vez embrenhado na sua arte, esquecia o resto do mundo, pois era sempre esse o caso com as pessoas criativas. Na verdade, Charlie não era diferente, pois, embora os seus talentos não fossem tão esotéricos, não era menos abençoado com o dom masculino de encerrar todos os outros compartimentos da sua mente para se concentrar completamente na tarefa em mãos quando necessário.”

 

Susan Lewis in Um Amor Inesperado



publicado por Dreamfinder às 09:46
Domingo, 17 de Outubro de 2010

 

“A vida não fazia acordos, não permitia discussões, nem sequer hesitava nos seus planos, apenas entregava.”

 

Susan Lewis in Um Amor Inesperado



publicado por Dreamfinder às 09:55
Domingo, 29 de Agosto de 2010

Mais uma semana, mais uma sugestão:

 

Um Amor Inesperado

Susan Lewis

(Porto Editora)

 

 

A história centra-se na morte acidental da pequena Natalie, aquando de umas férias com a avó em casa de uns amigos do pai, em França, e na consequente destruição de uma família. O pai que evita falar do assunto e quer seguir com a sua vida em frente, apesar do inegável sofrimento e sentimento de culpa. A mãe que se recusa a aceitar a versão dos acontecimentos que todos lhe contam e insiste em acusar a avó de Natalie da morte da neta. É, na verdade, em torno desta insustentável obsessão que se desenvolve a maior parte do livro, de tal forma que em determinados momentos se torna um pouco maçador.

Porém, esta obsessão não é mais do que uma manifestação de amor desta mãe desesperada em perceber o que realmente aconteceu naquele trágico dia.

Uma inspiradora história de perda e de amor. Repleto de belas descrições das paisagens francesas que nos fazem suspirar. Mistura a natureza e a arte, o amor e a amizade, a certeza e as dúvidas, o inevitável e o possível. Podia apenas ter algumas páginas a menos. Mas, de qualquer forma, vale a pena lê-lo até ao fim porque no final é garantido um final cheio de revelações. Verdadeiramente surpreendente.

 

"Perder um filho é como uma parte de nós ser amputada sem anestesia, e ficar sem nada a que nos agarrarmos."



publicado por Dreamfinder às 09:53
“Um leitor é sempre um estudante do mundo.” Deborah Smith
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